Posso ler um ebook do Kindle no Lev ou Kobo ou vice-versa?

Um tipo de dúvida muito comum que os leitores enviam através dos comentários aqui no Vida Sem Papel é: eu posso ler no Lev ou Kobo um ebook do Kindle, ou no Kindle um ebook do Lev ou Kobo, ou ainda, posso ler no Kindle um ebook da iBooks Store da Apple ou da Google Play Livros, e tantas outras combinações.

Na verdade, a resposta depende de quais e-readers, lojas e formatos de arquivo estão envolvidos na pergunta. Eu quero com este artigo te ajudar a descobrir a resposta para sua dúvida. Vamos então entender melhor como isso tudo funciona.

Ebooks comprados raramente são de uso livre

A primeira coisa importante a entender é que não é comum uma loja online que venda legalmente ebooks sem DRM (Digital Rights Management, ou Gerenciamento de Direitos Digitais), ou seja, ebooks que não possuem qualquer tipo de proteção contra cópia, que você possa ler o arquivo onde quiser sem se preocupar.

Uma rara e apreciada exceção desta regra é a loja online da O’Reilly, conhecida editora que publica livros técnicos da área de informática. Na O’Reilly, a grande maioria dos ebooks são disponibilizados em vários formatos populares, como EPUB, MOBI e PDF (alguns poucos só estão disponíveis em formato PDF). E, ao contrário da regra, estes arquivos são livres, sem qualquer tipo de DRM. Você pode portanto lê-los onde quiser e bem entender, seja no computador, e-reader, ou pode até imprimi-los.

Mas como eu disse, este exemplo da O’Reilly é uma exceção. A grande maioria das lojas implementa algum tipo de DRM, sendo que a grande maioria implementa uma forma de DRM que impede que o usuário sequer consiga abrir o arquivo se não foi o usuário dele quem o adquiriu.

Para exemplificar este DRM mais “radical”: se eu comprar um ebook na Amazon, o arquivo que eu recebo e baixo no meu Kindle está “codificado” de uma forma que só com o meu usuário da Amazon registrado naquele Kindle eu poderei abri-lo. Se eu de alguma forma pegar aquele arquivo e colocá-lo no Kindle da minha irmã, ele não o reconhecerá, pois o usuário é outro, embora ambos estejam usando Kindle.

Isso não é uma questão de formato de arquivo, que é outro fator importante. Isso é simplesmente a forma como a loja que vende aquele ebook restringe o uso do mesmo para apenas o usuário que o comprou.

Então está é a primeira informação que você precisa saber sobre a loja onde você pretende comprar seu ebook: qual DRM ela utiliza, é uma solução proprietária ou um DRM mais “conhecido” como o da Adobe?

O que significa dizer que a loja online utiliza um DRM proprietário?

Dizer que uma determinada loja online utiliza um DRM proprietário significa que somente os produtos daquela loja poderão abrir os ebooks protegidos com aquele DRM, independentemente do formato do arquivo.

Para fazer uma analogia mais conhecida e mais fácil de você entender, é como se você tivesse um arquivo protegido com senha. Ou seja, você pode ter inúmeros aplicativos que podem abrir aquele arquivo, mas se você não tiver a senha, não adianta, o aplicativo não poderá abri-lo.

Um exemplo clássico neste caso é a Amazon. Ela usa um DRM proprietário, de forma que somente os produtos da Amazon (o Kindle e os aplicativos Kindle para várias plataformas) abrem os ebooks que ela vende.

Isso portanto já responde uma parte da pergunta que é tema deste artigo: a princípio, você não pode ler um ebook do Kindle comprado na Amazon em outros e-readers como o Lev ou Kobo, ou em outros aplicativos que não sejam os aplicativos disponibilizados pela Amazon.

Por isso a Amazon disponibiliza aplicativos do Kindle para as mais variadas plataformas, além do leitor web Kindle Cloud Reader: para garantir que o leitor conseguirá ler os ebooks que ela comercializa nas principais plataformas, caso a pessoa opte por não adquirir um Kindle.

O que significa dizer que a loja online usa um DRM padrão ou conhecido?

Existem inúmeras lojas que atualmente utilizam o DRM da Adobe. Isso significa que o ebook ainda é protegido, mas desta vez ele pode ser acessado através do seu ID (usuário) da Adobe.

Desta forma, embora o ebook esteja protegido, o leitor poderá abri-lo em qualquer e-reader que suporte o DRM da Adobe. E este DRM é de fato muito popular.

Neste caso, a loja geralmente permite que você baixe um arquivo (geralmente com extensão .acsm) para abri-lo no Adobe Digital Editions. E de lá, você poderá enviá-lo para o seu e-reader que suporta o DRM da Adobe.

Pelo fato de este DRM ser tão popular, é polêmico o fato de o Kindle não suportá-lo, por ser um e-reader também tão popular. Neste caso, o Kindle acaba sendo bem fechado, pois ele só suporta o DRM da Amazon, e os ebooks da Amazon só podem ser lidos no Kindle.

O mesmo vale para os ebooks comprados na iBooks Store da Apple: o DRM é proprietário e portanto você só poderá ler os ebooks comprados nesta loja no iBooks da Apple (seja em dispositivos iOS ou no iBooks para MacOS).

Mas é claro que a Amazon e a Apple investem em outros aspectos de seus serviços para que eles continuem sendo interessantes para os usuários mesmo com esta questão do DRM proprietário.

Por outro lado, o Lev da Saraiva e o Kobo da Livraria Cultura suportam sim o DRM da Adobe, permitindo então que você possa ler nestes e-readers os ebooks comprados em outras lojas que suportem este DRM.

Para esclarecer melhor, em um dos próximos posts eu publicarei um tutorial de exemplo, mostrando como abrir no Lev um ebook comprado na Kobo Books ou Livraria Cultura. Assim ficará mais fácil você entender como isso funciona na prática. Fique ligado!

É possível remover o DRM de um arquivo de ebook?

Eu expliquei sobre esta questão no artigo O que é DRM e por que isso te interessa?, dê uma olhada lá.

Kindle, Kobo e Lev

Para citar alguns exemplos, e tentar responder mais claramente à pergunta título, você pode ler ebooks da Amazon em outro e-reader? Ou pode ler ebooks da Saraiva no Kindle, por exemplo?

Como eu comentei acima, a Amazon usa um DRM proprietário, portanto só o Kindle (e-reader e aplicativos) abre os arquivos de ebooks desta loja. Além disso, o Kindle só abre o DRM da Amazon, ou seja, ele só abre os ebooks comprados na Amazon, não abrirá ebooks da Saraiva ou Livraria Cultura.

Já a Livraria Cultura e a Saraiva usam (pelo menos até este momento) o DRM da Adobe, que como eu expliquei é mais popular. Por isso, seus e-readers também suportam este DRM. Então, a princípio, os arquivos seriam intercambiáveis.

Mas não é assim tão simples: para abrir o ebook de uma loja que usa o DRM da Adobe em outro e-reader que não seja o daquela loja, você precisará fazer um procedimento usando o aplicativo Adobe Digital Editions, como eu adiantei nos tópicos anteriores. Veja um exemplo no artigo Como ler no Lev ebooks comprados para o Kobo.

Em teoria, você poderia abrir os ebooks da Saraiva no Kobo, mas como eu não possuo este e-reader, eu desconheço o procedimento para fazê-lo.

Lembrando que tudo isso que eu falei neste tópico vale para o arquivo nativo de cada loja. Se você remover o DRM e convertê-lo, conseguirá usar o arquivo onde desejar (mas cuidado com as questões legais de sua localidade).

E quanto a ebooks sem DRM, posso lê-los no meu e-reader?

Se o ebook não tem DRM, ou seja, se ele não foi protegido contra cópia, ainda resta uma questão para saber se você poderá lê-lo no seu e-reader: o formato do arquivo.

Você precisará então identificar quais os formatos de arquivo são suportados pelo seu e-reader, e checar se o formato do arquivo em questão pode ser lido diretamente no e-reader. Se você possui um Lev, Kobo ou Kindle, pode checar os formatos suportados nas tabelas de comparação que eu preparei para os principais modelos destas três famílias de e-readers.

No caso do Kindle, além dos formatos suportados nativamente pelo e-reader, há mais formatos que podem ser convertidos pela própria Amazon de forma bem prática, enviando os arquivos por email ou através do aplicativo Send to Kindle (eu menciono estes formatos nas tabelas que citei acima).

Caso o formato do arquivo não seja suportado, você provavelmente poderá convertê-lo para um formato que seja suportado. Para isso, eu sugiro usar o aplicativo Calibre, que suporta a conversão de vários formatos de arquivos de ebooks.

Conclusão

Esta questão é complexa, mas espero ter explicado os pontos principais pelo menos para você entender porque você não pode ler, por exemplo, ebooks do Kindle no Kobo ou no Lev (pelo menos, não sem remover o DRM e converter os arquivos).

Espero também que você tenha entendido quais informações você precisa obter de uma loja ou livraria online para saber se os ebooks que ela vende podem ou não ser lidos no seu e-reader (lembrando que você deve sempre contactar o suporte oficial da loja para obter esta informação, não confie apenas em informações encontradas na web pois elas podem estar desatualizadas e/ou incorretas).

E a mensagem final que eu quero te passar é esta: nunca gaste dinheiro comprando ebooks em lojas online sem se certificar primeiro que você poderá lê-los no dispositivo onde você deseja lê-los.

Isso vale para e-readers e também para tablets, smartphones, e até mesmo computadores. Confira as informações sobre o DRM usado nos arquivos e também o formato dos mesmos antes de adquiri-los.

E quanto a remover o DRM e distribuir os arquivos, tome cuidado: além da questão legal que envolve este caso (você pode estar infringindo leis de direitos autorais e/ou pode estar cometendo pirataria, verifique a legislação de sua localidade), há também a questão moral (na minha opinião, os trabalhadores envolvidos na produção de um livro merecem receber seu salário). Mas isso é uma questão para a consciência de cada um…

Se você tiver alguma dúvida sobre alguma das questões técnicas apresentadas aqui, faça sua pergunta nos comentários após o post.

Autor: Cristiane Ferreira

Cristiane Ferreira trabalha há 24 anos com Tecnologia da Informação, principalmente na área de Internet. Ela curte tecnologia e gosta muito de escrever, e também gosta de ajudar as pessoas a navegar no mundo dos eletrônicos e Internet.

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65 Comentários

    • Oi Raniere, bem lembrado. Vou mencionar isso no post onde explico sobre DRM, valeu!
      E obrigada pela dica da notícia, também é muito interessante!
      Abraços!

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      • Cris, sabe me dize como remover a etiqueta “Pessoal” que o kindle paperwhite coloca nos ebooks baixados?

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  1. Cris,
    Parabéns pelo blog. Muito bom e esclarecedor.
    O assunto de DRM é muito polêmico. Se, ao comprar um livro em papel posso emprestá-lo para um amigo, fica dificil entender porque não posso fazê-lo com o e-book.
    De qualquer forma, acredito que irá acontecer com o livro, o mesmo que aconteceu com música e filmes, ou seja, pagamento de um valor justo para poder pegar “emprestado”. Ou seja, o movimento iniciado pela Amazon “Kindle Unlimited”. Aliás, este poderia ser um tema a ser abordado, não?
    Abs,
    Cristina Reis

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    • Oi Cristina, pois é… as empresas se preocupam tanto em não ter prejuízo com conteúdo digital, que acabam prejudicando o comprador honesto.
      Mas concordo contigo, o esquema de leitura à vontade por um preço fixo pode ser uma boa opção. Mas ainda precisamos de um ótimo acervo para que este tipo de serviço seja mais atrativo.
      E sim, eu estou com dois posts planejados sobre o Kindle Unlimited: um para explicar como funciona o serviço, e outro para falar sobre a minha experiência testando o serviço. Talvez um terceiro, ainda estou pensando sobre ele… 😉
      Um grande abraço!

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  2. Oi Cris! O que você achou do Kindle Unlimited?

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    • Oi Patrícia, eu estou preparando pelo menos dois posts sobre o Kindle Unlimited. O que posso te adiantar (pois o assunto é extenso) é que depende muito do acervo. Para mim, pessoalmente, eu encontrei vários ebooks interessantes que faziam parte do Kindle Unlimited, mas não sei se vale a pena para todo mundo, entende? Mas vou explicar melhor em um post em breve… 😉
      Um grande abraço!

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  3. Boa noite, gostaria de saber se é LEGAL o uso de ebook da livraria cultura no Lev ou outro qualquer se o formato estiver ok. Obrigado

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    • Oi Henrique, contanto que você não tenha que remover o DRM, você pode ler qualquer arquivo em qualquer dispositivo. O ilegal é remover o DRM.
      E para remover o DRM, você precisa de algum software externo, os aplicativos de leitura não bastam. Então se você simplesmente baixou o ebook e levou para um e-reader ou aplicativo, sem mexer nele, ou se você só passou pelo Adobe Digital Editions (que não remove DRM, ele só gerencia), está tudo OK.
      Fique ligado que no próximo post eu vou explicar como pegar um ebook da Cultura/Kobo Books e levá-lo para o Lev, tudo legalmente.

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  4. Cris, eu possuo um Kobo ARC, que na realidade não é um leitor, é um Tablet (Android). Veio com o aplicativo da Kobo, mas por ser um Tablet, posso instalar qualquer outro aplicativo, inclusive o Kindle. Consigo ler qualquer ebook da minha Biblioteca Kindle no KoboArc sem nenhum problema. O aplicavo Kindle tambem funciona muito bem em celulares e computadores. Da mesma forma, uso ambos os aplicativos (Kobo e Kindle) no android e no computar (windows 8). Então creio que a resposta para a questão é: se você instalar as diversas versões dos aplicativos, voce pode ler seus livros em qualquer plataforma. Basta se logar com seu usuário único. Claro que isto não se aplica aos e-readers proprietários, onde não é possível instalar nada.
    Tudo bem? Clóvis.

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    • Clovis, de fato, se você possui um tablet, basta instalar cada aplicativo e ler seus ebooks no mesmo dispositivo em aplicativos diferentes.
      Eu, por exemplo, possuo um iPad. E eu tenho nele o aplicativo do Kindle, do Kobo e da Saraiva, e posso portanto ler os ebooks comprados nestas lojas sem me preocupar com toda esta questão de DRM, formatos, etc.
      Muito bem lembrado, obrigada, Clovis!
      Um grande abraço!

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      • Oi, Cris. Esta é só metade da resposta. Você tem um iPad e não precisa ter todos os outros leitores (e-Readers). A outra metade é que suas bibliotecas podem ser compartilhadas em vários aparelhos simultaneamente. Eu compro da Kindle e da Kobo (por enquanto) e quando estou em casa leio no micro, quando saio levo o Tablet, quando sobra um tempo na rua, tipo na fila para abastecer o carro num posto, leio no celular. O mesmos e-books, os aplicativos fazem a sincronização permitindo parar de ler em um e continuar em outro, no mesmo ponto. Portabilidade de verdade.
        Um abraço.
        PS. Já tenho alguns ebooks (escritos por mim), na Amazon e um livro na CreateSpace. Vide “Clovis Nicacio”, autor.

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  5. Olá Cris! Excelente o seu post!

    A minha questão é a seguinte: Estou procurando no Brasil algum bom livro que possua informações a respeito de um assunto que estou pesquisando: Não encontrei o que queria. Daí fui na Amazon e na Google e encontrei um livro simplesmente MARAVILHOSO, exatamente com tudo o que eu precisava. Mas o livro está em inglês e eu não domino a língua.

    Alguém poderia perguntar: E se você não domina a língua, como sabe então que o livro possui estas informações?

    Simples: eu uso constantemente o Translate do Google.

    Ao ler pequenos trechos do livro disponibilizados no próprio Google Books, pude traduzir online as páginas disponíveis e ver que o livro tem mesmo o que eu preciso.

    Só que depois, descobri que a Amazon estava vendendo o mesmo livro 10 dólares a menos. Uau, vou comprar na Amazon, pensei eu. Mas quando comecei a entender esta questão do DRM e dos diferentes e-readers (afinal de contas eu ainda não tinha comprado nenhum e-book), decidi experimentar antes. A Amazon permite baixar uma pequena amostra do livro para o Kindle. Eu instalei o Kindle no meu Windows 8 (PC) e abri o livro. Qual não foi minha decepção em perceber que o livro está ainda todo em inglês e não há (pelo menos até o momento, segundo informações do suporte da própria Amazon no Brasil) como traduzir o livro inteiro no Kindle.

    Bem, e agora?

    O jeito seria voltar para o Google e comprar lá.

    Aí veio novamente a questão do tipo de arquivo.

    Se o Google me vender o arquivo em PDF talvez eu consiga traduzir o texto.

    Mas você disse que as principais lojas vendem os e-books com DRM.

    Se há uma proteção, como vou poder exportar o texto para traduzi-lo?

    É estranho isso. Para me vender um livro o Google permite que eu use o Chrome (gratuito) e, de dentro do Chrome eu abra o Google Translator (gratuito) para ler uma amostra do livro (também de forma gratuita). Mas depois que eu compro o livro não posso lê-lo todo em minha própria de forma que compreenda o que o autor queria transmitir?

    Não parece isso um paradoxo?

    Abraços e parabéns por compartilhar sua experiência com os que ainda não a possuem.

    Edil

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    • Edil, de fato o DRM é uma dor de cabeça para todos, principalmente para os leitores honestos que querem adquirir livros da maneira legal.
      No seu caso, realmente é complicado conseguir traduzir o livro todo. Se você usasse o aplicativo Kindle no iOS, ele tem agora uma função que traduz trechos do ebook (você poderia marcar a página inteira e traduzir uma página por vez). Ele também agora permite o copiar/colar. Confesso que não sei se isso está disponível na app Kindle para Windows (eu uso Mac).
      O que eu sugiro é que você faça testes com um ebook gratuito em inglês, comprado. Ou seja, você compra um ebook gratuito em inglês na Amazon e um na Google Play, e veja se consegue pelo menos fazer o copiar/colar neles, ou a forma como você tem feito.
      Veja se isso ajuda…

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      • Olá novamente, Cris!
        Realmente o DRM atrapalha um pouco as coisas.

        De qualquer forma, realizei alguns testes e, após me certificar que tudo daria certo fiz o seguinte:

        1) Comprei o livro original no Google Books – Paguei 10 dólares a mais do que custaria na Amazon, mas pelo menos o Google me deu duas opções de baixar o livro: PDF e Epub.

        2) Baixei as 2.

        3) Peguei o Epub e removi o DRM no software EPUBOR (É pago mas a versão TRIAL funciona perfeitamente. Vale a pena comprar, caso a pessoa precise disso constantemente.). Infelizmente tive que remover o DRM. Não gostaria de fazer isso mas é que, de outra forma, eu não teria como ler o livro em português como precisava.

        4) Com o arquivo Epub sem DRM eu o abri no software CALIBRE e o converti para HTMLZ (Não encontrei um jeito de convertê-lo direto para HTML.)

        5) Descobri que o arquivo HTMLZ é, na verdade, um arquivo zip.

        6) Renomeei a extensão do arquivo “epub.htmlz” para “epub.zip” (o nome epub aqui é só um exemplo).

        7) Extrai o epub.zip para uma pasta específica.

        8) Surgiram dentro desta pasta alguns arquivos. Dentre eles, um index.html e uma pasta “images”.

        9) Simplesmente cliquei no index.html e ele abriu no Google Chrome (o Chrome é meu Browser default).

        10) O livro abriu inteiro (em inglês, obviamente), mas com TODAS AS FIGURAS nos seus respectivos lugares PERFEITAMENTE. A única figura que não abriu e eu não sei explicar o porquê foi a figura da capa do livro, embora a figura esteja lá no diretório raiz, ao lado do index.html.

        11) Como o meu interesse era ler o livro inteiro em português (sem ter que ficar copiando frases ou trechos do livro e colando no Google Translate pois é muito demorado isso), simplesmente cliquei com o lado direito do mouse e cliquei em “Traduzir para o Português”. Após alguns segundos todas as 354 páginas do livro foram traduzidas.

        12) No Menu do Google Chrome cliquei em “Salvar página como…” e salvei uma cópia deste arquivo index.html (que na verdade já é o livro todo traduzido de uma vez só) em uma nova pasta e pronto: Finalmente tenho o meu livro completamente traduzido para o português e que não precisa nem de nenhum aplicativo para ser lido.

        Basta qualquer navegador. Uma coisa muito legal é que posso ler o livro em uma janela totalmente redimensionável e o melhor: sem ter que estar conectado à internet.

        É isso!

        Espero ter contribuído em algo com minha experiência.

        Abraços a todos,

        Edil

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        • Edil, eu agradeço você ter compartilhado este passo-a-passo bem detalhado, muito obrigada! Eu não tinha pensado em ir por este caminho, mas realmente é uma ótima solução.
          E que bom que você conseguiu o que precisava, fico feliz.
          Um grande abraço!

  6. “Por isso a Amazon disponibiliza aplicativos do Kindle para as mais variadas plataformas, além do leitor web Kindle Cloud Reader:…” imagino que o mesmo exista para o o Lev da Saraiva e o Kobo da Livraria Cultura. A pergunta que não quer calar: nestas “variadas plataformas” inclui-se os leitores concorrentes? No caso da Amazon ela faz o aplicativo Kindle para Lev e Kobo?

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    • Entende-se “plataformas” como sistemas operacionais, ou seja, o software responsável por gerenciar o hardware e que aceita a instalação de aplicativos sobre ele. No caso dos e-readers, eles não aceitam instalação de aplicativos, então nem adianta falar em instalar um aplicativo do Kindle no Lev, por exemplo.
      Mas se for o tablet (como é o caso do Kindle Fire ou do Kobo Arc), eles aceitam instalação de aplicativos, pois eles não são e-readers e sim tablets baseados em Android. Basta então que o responsável pelos aplicativos publique-os nas respectivas lojas de aplicativos.
      No caso da Amazon, que você citou, tem sim o aplicativo Kindle para o Kobo Arc, mas não tem para Lev pois o Lev não tem versão tablet, apenas e-reader.
      Espero que tenha ficado claro…
      Abraços!

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    • Imagina, Pierre. Se você usa um tablet, como eu mencionei, você tem esta vantagem de poder instalar todas as apps e ler os ebooks de qualquer loja. Pena que não tem a tela e-ink, aí seria perfeito…
      Abraços!

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  7. Depois de ler este post fico pensando. Minha intenção é comprar um kindle, mas tenho livros em PDF, portanto, não conseguiria lê-los. Talvez o Lev seja uma boa opção nesse caso.

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    • Fernanda, acho que você não entendeu bem o que eu expliquei no post. A questão aqui é que você não consegue ler ebooks comprados em uma loja no e-reader de outra loja, não tem a ver com arquivos PDF não.
      O Kindle pode sim ler arquivos PDF, assim como o Kobo e o Lev. O que complica a leitura de arquivos PDF não são os e-readers, mas sim o formato e o arquivo em si. Dê uma olhadinha neste post aqui:
      http://www.vidasempapel.com.br/lendo-arquivos-pdf-no-kindle/
      Espero ter ajudado. Abraços!

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  8. Agora que consigo ler meus ebooks da amazon br no meu e-reader (Irivir Story) vou continuar comprando mais livros digitais da amazon. Já tinha pensando em desistir de fazer compras lá, por não poder ler no meu e-reader, companheiro de guerra neste 3 anos de uso. Mas usei o kindle drm removal, e converti no calibre pra epub. Feliz aqui na minha leitura 😀

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  9. Olá, Chris. Eu li alguns dos seus posts sobre ebooks, ereaders etc, pois estou pensando em adquirir um. Agradeço por eles, porque me ajudaram a conhecer esse universo que era completamente estranho para mim.
    Mas fiquei com uma dúvida. Quer dizer que, se eu comprar um Kindle não poderei comprar ebooks, por exemplo, na cultura, na saraiva e no submarino ao mesmo tempo? Eu não entendi isso muito bem.

    Beijos

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  10. oi cris pode me esclarecer uma duvida, possuo o lev da Saraiva e leio bastante livros digitais, e queria saber se posso comprar e ler livros digitais de “outros” sites (ex:submarino).

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  11. Tenho lido muitos posts seus aqui, todos tão detalhados e explicativos, obrigada !

    Estou querendo comprar um e-reader pois viajo bastante e sempre quero ler a noite, aí se tem um livro e acaba fico sem, ou se o livro é muito pesado não quero levar…ou se está em outro país e não quer comprar naquela língua também dificulta.

    Estava bem tendenciosa ao LEV pelo preço e leio mais em português mesmo,mas gostaria de deixar de preguiça e ler em inglês também ou espanhol… e não achei NADA pela Saraiva nesse ponto desmotivei…

    Não sei agora se compro e mesmo assim vale a pena ou guardo mais um dinheirinho e compro um Kindle mais pra frente :/

    É isso mesmo Cris, o acervo sem ser em portugues só na Amazon mesmo vale a pena ?

    abraços

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    • Larissa, desculpe a demora em te responder.
      Sobre esta questão do acervo, depende do assunto que você pretende ler. Em geral, eu tenho percebido que, pelo menos nos assuntos que me interessam mais, os acervos em Língua Portuguesa estão bem equilibrados entre Amazon, Saraiva e Cultura, sendo que a Amazon em geral tem os melhores preços (em geral, há exceções, é claro). Quanto a ebooks em inglês e espanhol, aí a Amazon é imbatível.
      Quanto à qualidade do e-reader, eu também considero o Kindle superior ao Lev. É minha opinião pessoal, OK?

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  12. Cris adorei o seu texto e orientações. Quero comprar um e-reader mas estava com dúvidas sobre qualidade e potencialidade. Creio que no meu caso, que gosto dos preços e acervo da amazon (pois uso para leitura pessoal e não técnica) vou optar pelo kindle. Obrigada

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    • Katia, o Kindle é um excelente e-reader, acredito que você não se desapontará. E se o acervo da Amazon te atende, então realmente ele é a melhor opção para você. Depois conta pra gente o que você achou dele, OK?
      Abraços!

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  13. Isso não é uma forma de compra casada? Eu comprei o livro e poderia escolher em qual dispositvo ler. Talvez na hora da compra eu devesse selecionar o dispositivo almejado. Se as pessoas que baixam arquivos ilegalmente são piratas, as empresas que colocam mecanismos restritivos são os corsários.

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    • Observer, eu também não concordo com esta coisa de cada um tem o seu formato, seria muito bom se pudessemos comprar ebooks e ler onde quisessemos. A livraria online da OReilly trabalha assim, e imagino que eles não tem prejuízo senão já teriam mudado, não é? Mas infelizmente, nem todas as editoras e lojas tem a mesma visão.
      Quanto à questão da compra casada, na minha opinião não se caracteriza pois você pode comprar um ebook, por exemplo, na Amazon, e ler no seu smartphone, ou no tablet ou no computador que não são da marca da Amazon. Ou seja, ela não te obriga a ler somente no Kindle (embora tenha que usar o aplicativo, mas como o aplicativo é gratuito, então você pode escolher onde instalá-lo). E se você compra o Kindle, também não é obrigado a ler somente ebooks comprados na Amazon, você pode ler ebooks seus que não tenham DRM.
      Agradeço seu comentário!
      Um grande abraço!

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      • Na realidade me parece ser venda casa sim. O fato da pessoa poder ler o livro no smartphone, no tablet ou no computador não apaga o fato de que para o consumidor poder simplesmente comprar o livro ele teve que obrigatoriamente ter um Kindle. Ou seja, para adquirir um produto o consumidor tem que necessariamente ter um outro produto, da mesma empresa. É portanto venda casada, dado o fato deste condicionamento que a compra do livro impõe. Note que uma coisa é poder ler o livro em outro dispositivo, outra coisa é adquiri-lo.

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  14. Cris, muito bom seus esclarecimentos!

    Mas, no caso de usar apenas os aplicativos no Ipad, como fica a questão do espaço de armazenamento? Pega o espaço do Ipad? Neste caso, não teria o prejudicial de ter menos espaço de armazenamento, ou ocupar o espaço do Ipad só com os livros?

    Grato

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  15. Olá,
    Muito legal o site e as comparações entre os e-readers. Gostaria de perguntar se em algum deles é possível ler em PDF de livros que foram escaneados e se nesse caso há a possibilidade de marcação. Grato!

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  16. Fui informado por uma vendedora do Lev, na Saraiva que é possível ler os livros do Lev no Kobo e vice versa, pois os dois tem PDF.
    Porém eu teria que baixar os livros comprados na Cultura – Kobo e conectar via USB o Lev e transmitir.
    É isso mesmo?
    Parece que a Cultura tem um acervo maior de ebooks que a Saraiva?
    Confere?

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  17. Ola Cris. Você sabe me dizer se quando compro um livro digital na amazon pra um kindle, se eu consigo transferir para outro kindle? Esta dando uma mensagem de erro quando vou transferir.

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  18. Só pra contribuir um pouco… remover o DRM é um direito do proprietário do livro já que é necessário para ler em outros dispositivos e mesmo dar o arquivo para algum amigo usar não configura crime de pirataria no Brasil, aqui a lei é muito específica, só se torna pirataria se quem compartilha tiver um ganho direto ou indireto fazendo aquilo.

    Exibir o jogo no bar para os clientes usando um ponto residencial da Net mesmo que seja pago é considerado pirataria, pois a exibição do jobo trás um ganho indireto na forma de aumento no movimento.

    Pegar um livro, mesmo com direitos autorais, e simplesmente compartilhar com os outros sem visar nenhum ganho direto ou indireto não configura pirataria no Brasil.

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    • Leandro, não é bem assim não. O crime de pirataria ocorre em virtude da violação dos direitos autorais, não com o lucro monetário. Ou seja, se o detentor dos direitos autorais de um livro (neste exemplo) restringe a distribuição, e para isso usa o DRM (pois na maioria das lojas o uso do DRM é facultativo, o publicador escolhe se usa ou não), se a pessoa remover o DRM e distribuir aquele livro, mesmo sem ter nenhum lucro, estará infringindo os direitos autorais daquela publicação, e estará passível a processo judicial.
      Além disso, a maioria das lojas que trabalham com produtos que possuem algum tipo de restrição, em seus termos de uso, determina que é proibido remover o DRM dos produtos (ebooks, música, vídeos). Portanto, além de infringir os direitos autorais da publicação, o usuário também pode estar infringindo os termos de uso da loja, pois geralmente ao criar um usuário a pessoa está automaticamente concordando com estes termos (aqueles textos enormes que a gente nunca lê mas concorda para ir adiante e ter acesso ao site), e está passível a processo judicial se infringi-los.

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        • Leandro, agradeço sua informação, mas note que este artigo é bem controverso. Dê uma lida nos comentários dos leitores, caso não tenha feito. Você verá que muitos discordam da interpretação que ele apresenta. Alguns, pela argumentação que apresentam, parecem ser bem versados no assunto. Além disso, veja o comentário do leitor “bolinha” (16 de outubro de 2007, 11h56), onde ele explica o que eu tentei explicar, que é a diferença entre pirataria e violação de direitos autorais.
          Pelo jeito, este é um tema que nem os juristas se acertam na interpretação, mas para mim é claro que não dá para ficar copiando e distribuindo conteúdo à vontade. Se não pela questão penal, que como você vê é controversa, mas principalmente pela questão moral, afinal se todos os profissionais envolvidos na produção de um livro (ou CD, ou filme, ou blog, etc) vivem disso, eles merecem receber seu devido salário pelo trabalho que fazem, e a compra legal do produto garante isso. Mas vamos deixar esta questão para a consciência de cada um.
          Legal você ter levantado esta questão, nos dá a oportunidade de ler mais sobre isso.
          Um grande abraço!

        • Leandro, complementando meu comentário anterior, eu vou fazer alguns ajustes no texto do post para refletir esta polêmica com relação à pirataria. Obrigada novamente por levantar a questão.
          Abraços!

  19. Olá, Cris! Boa noite!

    Li o texto, mas uma pergunta me parece não ter sido respondida: Se eu tenho um Kindle, conseguirei ler os ebooks comprados no site da Saraiva, por exemplo? Insisto nisso porque na minha área (Direito) a Amazon não oferece nenhum livro relevante, enquanto que a Saraiva detém bons títulos à venda…

    Obrigado.

    Um abraço.

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    • Olá Iuri. Quanto a ebooks comprados, você só consegue ler no Kindle os ebooks comprados na Amazon (a não ser que eles não tenham nenhum tipo de DRM – proteção contra cópia). Até onde sei, os ebooks da Saraiva tem proteção contra cópia sim (usa o da Adobe).

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      • Olá, Cris e Iuri. Também fiquei com a mesma dúvida. Quanto a isso ainda, mesma coisa com os ebooks da Livraria Cultura?

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        • Monique, com relação à Livraria Cultura especificamente, ela usa do DRM da Adobe, que é mais comum. Existem inúmeros e-readers que lêem ebooks com este DRM, exceto o Kindle. Por exemplo, se você quiser ler um ebook da Cultura no Lev, que é da Saraiva, isso é possível, veja:
          http://www.vidasempapel.com.br/ler-no-lev-ebooks-do-kobo/
          Mas para o Kindle, só os ebooks da Amazon, a menos que você remova o DRM dos arquivos.
          Um grande abraço!

        • Pena, acabo de comprar um kindle. rs Obrigada de qualquer forma, Cris. Abraço.

        • Não fique triste não, Monique. Na minha opinião, o Kindle é o melhor e-reader do mercado, e a Amazon tem os melhores preços em ebooks em geral (dê uma espiada de vez em quando na página de Promoções do blog, você encontrará dicas de ebooks em promoção lá). Acho que você não vai se arrepender não.
          Um grande abraço!

  20. comprei um ebook na saraiva e tenho um kindle, como faço para ler?

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  21. Tipo, posso baixar livros em formato ePub e colocar no meu lev, que ele vai ler normal?

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  22. Eu poderia ler no kindle os aquivos que eu baixo na internet,tipo em sites como o Lelivro?

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  23. Olá!
    Gostaria de saber dos tradutores, qual tem o melhor tradutor? O Kindle é só sinônimos mesmo? Tem algum que seja melhor na tradução ?

    Obrigada, fico no aguardo!

    Abraços.

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  24. Cris tô querendo comprar um Kindle mas tenho uma dúvida.. Eu sempre baixo livros no Google em PDF vários sites tem livros gratuitos então eu sempre baixo e leio no meu celular, mas acaba com a memória dele por conta de baixar vários livros pq sou viciada rss Então queria um Kindle e minha dúvida é se eu consigo baixar os livros gratuitos e conseguir abrir eles no Kindle.. Aguardo sua resposta abraço!

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    • Olá, Samantha! Quando você inicia seu Kindle pela primeira vez, deverá criar uma conta de e-mail na Amazon, então sim!, bastará que envie seus livros gratuitos, em pdf por exemplo, para este endereço de e-mail que criou, com o título “Convert” (sem aspas, claro), e em um minuto (a depender de sua conexão) o teu Kindle baixará automaticamente o e-Book, já convertido pela Amazon, para o formato ideal de utilização em seu e-Reader! Boas leituras! Ps.: parabéns, Cristiane Ferreira, pelo post tão esclarecedor!

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  25. Olá. Tem como excluir os livros (natios, inclusive) que estão no Lev? Se puder responder, agradeço.

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  26. Muito esclarecedor o post. Ajudou bastante. Obrigada.

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  27. Tem como abrir livros comprados no site estrangeiro da Amazon e abrir no Kinddle compra aqui Brasil??

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  28. Olá Cris, adorei seu blog com belas explicações.
    Pelo que entendi de várias postagens, a ideia de E-Books seria a substituição do papel impresso, em contrapartida, podemos notar que isso está muito distante de uma realidade concreta. Ainda estou em dúvida se compro ou não um E-reader, pois o monopólio do formato acaba limitando o nosso conhecimento. Hoje se busco um título vou na Saraiva, se não tem, busco na Cultura, submarino, e etc, porém com o “digital” serei limitado, ou seja, se não tiver na loja proprietária de meu e-reader, é sentar e chorar. Isso sem contar os empréstimos que fazemos de Livros para amigos, como deixou no exemplo do Kindle entre você e sua irmã, isso não é mais possível. Enfim, acredito que estamos ainda muito distante de uma inovação da literatura, deveriamos ter um formato universal, que poderia ser lido em qualquer plataforma e hardware, como.por exemplo o txt (não sito o PDF pois esse precisa de um software para abrir) já o TXT você lê no simples console de um Linux, ou no gráfico do Windows, celular, vídeo game e etc…
    Acho que minha escolha vai se basear unicamente em loja que possui maior número de títulos de minha área, que atualmente é T.I por estou migrando para Contabilidade.
    Boas explicações as suas, parabéns.

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